terça-feira, 27 de março de 2012

Learning or...

Quando eu andava no colégio, e depois, na faculdade, eu queria aprender. Ponto.

Um(a) professor(a) fantástico(o) era alguém que conseguisse ensinar-me muitas coisas.

Não entendo miúdos que a única coisa que querem, quando entram numa sala de aula, é sair o mais depressa possível e fazer o minímo que se puder imaginar!
Não entendo e tenho muita dificuldade em lidar com eles!

[Felizmente também tenho dos outros. Dos que adoram aprender. Diferentes graus de ensino, diferentes matérias, diferentes tipo de ensino e... pessoas diferentes!]

quarta-feira, 14 de março de 2012

Seis meses

A Constança fez seis meses.
Meio ano, portanto.
Ontem.

E, esta Mãe, foi adiando pelo dia fora, o momento de passar por aqui e escrever uma vasta lista de palavras pirosas - como fiz no facebook e como é permitido e perdoado a todas as Mães.
Não escrevi, mas pensei-as e senti-as. Corrijo: penso-as e sinto-as, com cada bocadinho do coração.

Ela fez seis meses - meio ano - e está de parabéns!

quinta-feira, 8 de março de 2012

Bailarina


Queria muito, muito ir para o ballet.
Pedia muitas vezes.
Pediu durante muito tempo.

A Mãe achava que era um capricho, uma ideia sem fundamento.
O Pai achava que tinhamos mais do que fazer.

Foi hoje para o ballet. A sua primeira aula.
A professora elogiou-a e ela não queria sair da sala nem parar de dançar.
Veio para casa porque a professora garantiu que também ela ia sair e que voltavam na próxima aula.

Anda agora, por casa, a treinar passos e posições de ballet. Está deslumbrada.
Quer usar o cabelo apanhado, como nas aulas e parece, de repente, tão mais crescida e elegante.

Está feliz e nós temos uma bailarina.

quarta-feira, 7 de março de 2012

Constança #1

Há quatro dias que lhe descobri um dentinho.
E como não tenho qualquer pressa que cresça, nem a imaginava já com dentes, já o devia ter há uns diazinhos e tinha-me passado despercebido.
Já não bebe de biberão e, há uns dias, também, que o quarto da Mafalda passou a ser o quarto das meninas - e estão a dar-se lindamente com a mudança.
Tem uma carinha miúdinha, ao contrário da irmã, nesta idade, que tinha uma cara de lua cheia.
Come pouco e faz-se difícil. É de uma teimosia sem igual.
Mas é simpátia e alegre, para além de todos os limites.

terça-feira, 6 de março de 2012

sweetie

Noite de Sábado para Domingo, Mafalda agarridinha a mim, enquanto a adormecia:

- Mãããeee...
- Sim?
- És tão maravilhosa!
...

- Mãããeee...
- Sim?
- Gosto tanto, tanto de ti!

...

- Mãããeee...
- Sim?
- Gostava que fosses minha mana e não minha Mãe...!
- Porquê?!?!
- Porque queria que fosses a minha bebé para sempre...!

E o que é que se responde a isto?!

quarta-feira, 29 de fevereiro de 2012

Confessei-me há uns dias.
Pode parecer estranho a muita gente. Eu própria agarrei-me durante anos ao facto de sentir - ou dizer -que não fazia sentido colocar-me diante de um ser humano - humano, como eu - e pedir-lhe perdão, e contar-lhe a minha vida, a minha vida naquelas coisas que são mais... inconfessáveis. Pedir-lhe perdão, e esperar que me perdoasse, em nome de Deus.

Fi-lo. Fi-lo, quando me casei, porque a isso era "obrigada" para poder participar plenamente no sacramento; fi-lo depois porque o "devia" mas também, e principalmente, porque queria.
Há qualquer coisa que nos transcende, de facto, nesse acto. Bem vistas as coisas, não há medicamentos nem consultas em psicólogos que valham um "eu te absolvo".

Saimos tão mais leves que quase não nos reconhecemos.
Fazemos um exame de consciência, arrumamos ideias e sentimentos e sentimos a necessidade de sermos absolutamente verdadeiros - principalmente connosco. E, depois, levantamo-nos Homens novos.
Na verdade, estas foram as ocasiões em que tive tempo para pensar mesmo em mim. Um luxo, portanto.

Confessei que não gosto de algumas pessoas [poucas]. Achava que devia gostar. Sentia o peso dessa culpa.
Diz que não. Não é pecado. Não temos a obrigação de gostar. Devemos tentar perdoar (tentar, note-se), mas temos todo o direito de não gostar, de não esquecer, de não ter de aceitar tudo e - não desejando mal - desejar que essas pessoas estejam longe de nós, longe da nossa vida, longe dos "nossos".
Gostei! Senti-me melhor!
Afinal não sou má. Afinal nem é pecado. Afinal é justo. Afinal... ainda bem que é assim!

sexta-feira, 3 de fevereiro de 2012

S/ título

Sinto umas saudades enormes deste espaço.
Como quem sente uma enorme saudade de uma casa onde se cresceu e/ou foi feliz.

quinta-feira, 20 de outubro de 2011

13 de Setembro

Constança

Bem sei... já passou algum tempo. Bem sei... já há muito que era para passar por aqui. Bem sei... há tanto, tanto por dizer... mas, por isso mesmo, só agora vim aqui e, por agora, não digo mais nada para além de dizer que é um anjo de menina que entrou na minha vida.


domingo, 5 de junho de 2011

Votei

Fico sempre com a sensação, ganhe quem ganhe, durante pelo menos quatro anos, que não faço grande coisa pelos destinos do país. Mas ficaria a sentir-me pior se não votasse.

quarta-feira, 1 de junho de 2011

Ela [e eu]

Ele, diz que ela é igual a mim, por dentro e por fora.
Acho que não o diz inteiramente a sério, mas tem, concerteza, um fundo de verdade.
Há traços comuns, de facto. Mas também várias diferenças na personalidade e/ou modos de agir. Há traços comuns entre ela, e as minhas fotografias com a idade dela, mas não somos iguais.
Não tenho pretensões de que ela seja igual a mim, fotocópia minha - como ouvi dizer, de forma orgulhosa, a uma mãe em relação à sua filha.
Quero que ela, seja ela.
Quero que ela, seja única.
Quero que ela, corrija nela própria algumas coisas que eu não corrigi em mim e que me fazem ou fizeram enfrentar situações mais ou menos desconfortáveis.
Quero que ela seja o que é. Nem mais, nem menos. E que o seja sempre assim, por inteiro, por toda a vida. E que, nunca, nada nem ninguém, consigam fazer com que ela seja menos ela própria.
Mas, se nela há muito de mim... e, se pelos genes e pela educação, muito do que somos é herdado, até não vejo mal em que ela o tenha.

segunda-feira, 30 de maio de 2011

Repensando...

Fartinha do faciltismo e imediatismo do facebook onde me sinto muito mais observada do que aqui, por n pessoas que com capa de familia/amigos se sentem no direito de pedir amizade e por lá andarem, sabendo eu que o fazem apenas para bisbilhotar/criticar (no silêncio), mas sem que tenha o à-vontade para lhes negar acesso... Fartinha de me sentir analisada à lupa; fartinha de não ser "eu"; fartinha de não conseguir dizer nada do que sinto... acho que vale a pena voltar para aqui onde uma noite mal dormida, pode ser confessada. Onde uma noite mal dormida não é motivo de vanglória para ninguém, que se há-de por a pensar numa possível infelicidade/falhanço. Onde uma noite mal dormida pode ser mesmo só isso. Onde uma noite mal dormida pode ser tudo o que me passar pela cabeça e pelo coração. Assim mesmo, eu!

segunda-feira, 9 de maio de 2011

Mafalda dixit

A mana chama-se Constança - Mafalda dixit!

sexta-feira, 6 de maio de 2011

It´s a girl!

E, para grande [enorme!] satisfação da Mafalda... é uma menina!

sexta-feira, 22 de abril de 2011

terça-feira, 5 de abril de 2011

Vida

E quanto mais vida há do lado de cá, menos vida tem este blog...

Vamos ve se se inverte um bocadinho a tendência.


Por agora,... vem o(a) segundo(a) a caminho!