
segunda-feira, 10 de dezembro de 2007
E eu [também] acredito no Natal...

sexta-feira, 7 de dezembro de 2007
Concha
domingo, 2 de dezembro de 2007
Amigas
quinta-feira, 29 de novembro de 2007
Trajectória
Tempo
segunda-feira, 26 de novembro de 2007
Das noites frias
quarta-feira, 21 de novembro de 2007
Manel
Non-sense post
quinta-feira, 15 de novembro de 2007
Breves
segunda-feira, 12 de novembro de 2007
Ilumina-me
Medos
Não tenho medo das ondas grandes no mar. Elas mostram-se, são frontais. Podemos medir-lhes a força e a intenção. Podemos perceber se nos podemos juntar a elas ou se, pelo contrário, são uma ameaça. E mesmo quando o são, estão ali à nossa frente, tal como são. Francas. Com elas sei lidar.
sábado, 10 de novembro de 2007
Creio...
quinta-feira, 8 de novembro de 2007
Eu...
Adenda: Uma amiga insistiu para que referisse que eu não atirava coisas à parede com muita frequência. E é verdade. Fazia-o muito raramente. E que, para além disso, também faço estas coisas de muito boa vontade (irónicamente) quando estou bem disposta. Se bem que, quando estou bem disposta, posso juntar-lhes mais umas tarefas de maior minúncia. E ainda me compete dizer que hoje não estou mal disposta com ninguém, apenas um bocadinho ensonada.
segunda-feira, 5 de novembro de 2007
Polaris

segunda-feira, 29 de outubro de 2007
Lugares
Lá em cima é assim. Chega-se, e é-se recebido primeiro pelos saltos entusiasmados do Soajo, bom e fiel cão de guarda.Durante esse fim-de-semana cuidou das suas meninas. Enquanto ia repetindo que não achava bem que estivessemos ali sózinhas. Levou-me o pequeno-almoço à cama enquanto se queixava que a cama era demasiado grande só para mim. Percebia bem o que queria dizer, mas aquela cama é a mesma onde sempre fiquei. Depois sentou-se na cama, deu-me um abraço demorado e passou-me a mão devagar pelos cabelos. Eu senti-me com cinco anos. Ela riu-se e disse que afinal se eu não estivesse sózinha não se sentiria à vontade para estar ali a dar-me mimo. A sabedoria de retirar as coisas boas de todas as situações...
Ela e aquela casa enorme de granito são uma fortaleza e, o mesmo tempo, um ninho.
E, não muito longe dali, a Lapela, sólida e protectora, agora como no Sec. XII, quando nasceu e foi menina. Quando o Lourenço de Abreu a contruiu, e quando o D. Afonso Henriques lhe deu um destino e uma função, ela protegia de outros males mas, 900 anos depois, continua a estender a sua sombra protectora aos netos de quem lhe deu origem. Outros tempos, outros males...
E o rio Minho, mesmo, mesmo aos seus pés, e a água fria, boa para os peixes. E os seixos que vou pisando até me esquecer do frio da água, e me atirar lá para dentro. No fim de semana passado, o Sol ainda reconfortava com o seu calor à saída da água. Às vezes (quase sempre), acho que aquelas águas são milagrosas.
